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18 de dezembro de 2019

CRÍTICA] STAR WARS: A ASCENSÃO SKYWALKER

Está feito. Quando as letras de encerramento começam a subir, temos a certeza de realmente acabou. A Saga iniciada em 1977 terminou. Quarenta e dois anos depois, mas terminou. Teve de tudo: naves, tiros, troopers, jedi, sith, sorrisos e lágrimas.


Star Wars: A Ascensão Skywalker amarra as pontas soltas, mescla universos conhecidos de diversas gerações (Fique atento a tudo: desde os sons mais triviais até os diálogos mais básicos... Você vai ficar surpreso com tudo o que vai ouvir!). Os desígnios da Força aparecem com novas abordagens, mostrando que ainda a muito a se descobrir.

O conflito entre o bem e o mal, ao constante na Saga, está presente a todo o momento, porém, melhor encaixado dessa vez, do que no que foi apresentado no penúltimo filme. Mas em tudo são flores. Existem alguns pontos falhos e forçados, no entanto, abrem margem para novas indagações.

Se você não assistiu a todos os filmes, não assista Star Wars: A Ascensão Skywalker. Se você não assistiu Star Wars: Rebels, não assista Star Wars: A Ascensão Skywalker. Se você não assistiu Star Wars: The Clone Wars, não assita Star Wars: A Ascensão Skywalker. Se você não assistiu Caravana da Coragem, não assista Star Wars: A Ascensão Skywalker. Porque você vai perceber que estão todos lá, em algum momento, em Star Wars: A Ascensão Skywalker.

A Princesa Leia Organa (Carrier Fisher), ou melhor dizendo agora a General Leia Organa, encerra sua participação de forma tocante e Star Wars: A Ascensão Skywalker lhe presta a devida e merecida homenagem.

Rey e Kylo Ren tomam a atenção da maior parte do filme, mas demais personagens acabam conseguindo ter certo destaque em uma cena ou outra. Alguns amados personagens aparecem apenas para que saibamos que ainda estão por ali, já outros surgem de modo inesperado, arrancando suspiros surpresas coletivos.

Chris Terrio fez um bom roteiro. Conseguiu finalizar diversos pontos abertos, principalmente no último filme e – ao que parece propositalmente – ignorou algumas coisas como se elas nunca tivessem acontecido (Ainda bem, diga-se de passagem!).

Ao longo das 2 horas 22 minutos de filme J. J. Abrams rege com maestria cena por cena. O tempo passa e você não percebe. A história flui tranquilamente, passando de um momento a outro, sem que ninguém se veja entediado.

Em suma, Star Wars: A Ascensão Skywalker é aquele tipo de filme que você DEVE ir trajado com a sua melhor armadura ou vestimenta jedi/sith, munido de seu sabre de luz ou blaster, com seu baldinho de pipoca exclusivo e com um copão bem grande de refrigerante. Feito isso... Prepare-se para assistir o final da épica saga e... QUE A FORÇA ESTEJA COM VOCÊ!

Por W. Alex. Silva

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